18
Dez
09

UP

Ontem eu asssiti UP (tudo bem, não é nenhum lançamento, mas…vou falar assim mesmo). Quem me conhece sabe que eu sou chegada em uma animação, mas esse é diferente! Além de ser muito bem-feito (eu não entendo nada da técnica, mas  cheguei a esquecer que se tratava de um desenho), a história é simples, mas muito comovente…O menino que espera a presença do pai, o velhinho que acha que a vida não vale mais a pena, enfim…embora não seja um tratado, faz a gente pensar em uma série de coisas,  sim. Gostei muito e rrrrecomendo!

24
Nov
09

socorro!

Por que as mulheres quando referem-se a si mesmas e querem parecer mais femininas ou charmosas ou meiguinhas (blergh!) usam a expressão “sou uma menina em um corpo de mulher?” Que coisa mais ultrapassada, demodé, cafona! Por que não ser, simplesmente, uma mulher em um corpo de mulher? Ok, com algumas neuras de menina e gosto por badulaques…mas pra que essa infantilização constante? Já não chega aquele tatibitate irritante para falar com os namorados (“ai, desliga você primeiro”) – que beira a imbecilidade -  e o fato de chamar o cachorro de “meu filhinho”?  Tem ainda mais essa.  Tudo isso é medo de envelhecer?  Socorro!

21
Nov
09

ouvir

Talvez a amiga a tenha advertido para ela ir de saltos baixos, mas ela não lhe deu ouvidos. Em uma das ruas mais chiques da cidade de São Paulo, a moça de saltos altos tenta manter o equilíbrio, segurando suas sacolas de griffe, o celular último modelo e a bolsa mais desejada do momento.

Os taxistas, entre a cordialidade e a vontade de gargalhar, oferecem seus serviços. Mas ela também não dá ouvidos. Segue desfilando entre tapumes e trechos com lama, até chegar ao café cheio de moços bem-nascidos.

Um deles oferece um chocolate quente naquela tarde fria, mas ela, perdida entre as mil utilidades de seu telefone e as mensagens para a balada da noite, não lhe dá ouvidos. E assim, entre operários barulhentos, britadeiras e buzinas,  dois corações perdem a chance, tão óbvia, de se escutar.

08
Nov
09

quote

“A lie can travel halfway around the world while the truth is putting on its shoes.”

Mark Twain

04
Nov
09

importância

…que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc.
Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.

Manoel de Barros – Memórias Inventadas

31
Out
09

maledicência

Falar mal dos outros parece um hábito (ou será necessidade?) difícil de largar, tal qual como qualquer outro. Bastam duas pessoas e…pronto! Lá está um alvo sendo atingido sem nem saber.”Observações”. Sobre a vida pessoal ou sobre o desempenho profissional. Sobre a timidez ou a desinibição. Sobre a arrogância ou a modéstia. Enfim…sempre se encontra um motivo para “acabar” com o outro.

É, sim, um vício que devemos combater. Se paramos para pensar, o que é mesmo que ganhamos com isso? Perdemos. Minutos, palavras e  um pouco da paz interior. E nem acho que a solução seja falar tudo na cara dos outros, já que não somos donos de verdade alguma! Deixar o julgamento de lado, observar-se no espelho e analisar atentamente as tantas imperfeições que também nós temos. Fácil? Não. Afinal, como eu sempre digo, nós somos geniais para encontrar as soluções da vida….dos outros.

23
Out
09

sucesso

Ultimamente, diante de tantas fotos sensacionais nas “redes sociais”, eu tenho pensado muito sobre o “sucesso”. Antes que meu cometário seja mal interpretado, quero deixar bem claro que eu não sou radicalmente contra o consumo, apenas acredito que há de se chegar a um meio-termo mais coerente. Não renego confortos e facilidades da tal da “vida moderna” e nem fico especulando sobre tudo para tentar parecer mais engajada do que eu realmente sou. Mas, enfim, gostaria de dividir minhas impressões.

O que eu tenho visto é o sucesso sendo medido, definitivamente, pelo retorno financeiro que se consegue com a sua atividade. Não parece importar muito se o trabalho é uma mesmice burra sem-fim, se horas de descanso são sacrificadas em prol do empregador/explorador, desde que se receba um salário (muitas vezes não condizente com a capacidade, diga-se) que seja suficiente para manter a ostentação. A troca de carro a cada dois anos, uma casa bem arrumadinha para receber as visitas, viagens “culturais” e por aí vai…

Eu acho que ser 100% satisfeito com o trabalho é algo difícil de alcançar, até porque o ser humano muda, evolui, se modifica e os gostos e gozos são muito variados. Mas será que – discussões sobre o comportamento da indústria farmacêutica à parte – as estatísticas de venda de anti-depressivos  (segundo dados, em nove anos o volume de vendas dobrou nos EUA) não servem como alerta de que a insatisfação está muito grande?

Ao que parece, as pessoas estão cada vez mais se drogando (lícita e ilicitamente) para conseguir segurar o tranco, atender a todas as demandas e acabar o dia sorrindo. Há que se manter a sanidade em tempos tão difíceis. Eu arrisco que um bom primeiro passo é reduzir o tão arraigado hábito humano da comparação. Porque às vezes a pessoa está bem, levando a vida com dignidade e uma certa “leveza”, mas basta comparar-se para ser a última das criaturas sobre a Terra. O hábito da comparação é maléfico tanto porque perde-se a referência sobre os próprios valores, quanto porque ela é, via de regra, superficial e baseada no relato do outro, que supervaloriza os feitos que o elevam na “escala social”  e minimiza as dores e perdas para não parecer “fraco” ou “perdedor”.

Comparar-se consigo mesmo exige muito mais esforço, demanda auto-conhecimento, pesquisas internas. E parece que hoje, mais do que nunca, é preciso coragem para sermos, simplesmente, nós mesmos.

22
Out
09

aplausos!

Amo esse filme, amo essa música e admiro muito João Carlos Martins. Ouçam com atenção. E respeito.

19
Out
09

enough

Podem falar que é brega, que é fora de moda, mas…vai dizer que ninguém (ok, ok, com mais de 30)  nunca cantou um Barry White escondido que seja…rs

Gosto e “si divirto” ouvindo…podem soltar a voz ! =D

18
Out
09

saudade

Sentir saudade. Sentir falta. Vasculhar as lembranças e retirar pequenos fragmentos do tempo. Instantes. Sorrisos. Lágrimas. Festas. Comemorações. Brigas. Perdas. Vitórias.

Sempre vamos lembrando, às vezes limpando e reformando umas partes não tão bonitas, dos acontecimentos da nossa vida.Mas muitas vezes sentimos saudade de alguma coisa que não vivemos ainda. E essa sensação é muito estranha. Não que chegue a ser ruim, mas que é estranha,  isso lá ela é.

Uma nostalgia, um aperto, de alguma coisa que ainda não vivemos, mas como se ela já existisse. Será saudade do que “quase-aconteceu”, do que “tinha tudo para acontecer”, mas simplesmente morreu antes de começar? Talvez seja apenas saudade de nós mesmos.

16
Out
09

corpo

Na semana passada, eu pedi demissão. De um lugar onde eu gostava de trabalhar, com algumas pessoas bem bacanas e que faziam meu dia mais divertido. Não foi uma decisão fácil ou impensada. Pelo contrário. Foram dias e dias pensando, repensando, analisando, para então decidir. Ou para meu corpo decidir por mim.

Estava cansada. Fato. As horas de sono não vinham sendo suficientes há um bom tempo. O trabalho também estava bem repetitivo e monótono ultimamente. Mas sempre havia espaço para fazer “um pouquinho mais”. Até que eu passei mal uma vez, duas, três, quatro vezes. E a cada vez meu corpo reagia, como quem dissesse “ei, mas você não vai mesmo parar um pouquinho?”.

E foi aí que eu parei e resolvi me cuidar. Colocar a minha coluna (e minha cabeça e meu coração) no lugar. Procurar mais de mim, desacelerar, para reencontrar o caminho certo. Analisar, ver o quê, de verdade, me motiva, em quais verdades eu acredito e quero seguir buscando. Eu sei que não será uma pausa longa (e eu nem quero que seja!), mas suficiente.

Obrigada, corpo. Por me fazer parar e respirar fundo. Como dizem: “tamo junto”… rs

16
Out
09

misread

Fazia tempo que eu não ouvia essa música do Kings of Convenience (aliás, onde estará esse meu CD? 8-P)

If you wanna be my friend
You want us to get along
Please do not expect me to
Wrap it up and keep it there
The observation I am doing could
Easily be understood
As cynical demeanour
But one of us misread…
And what do you know
It happened again

A friend is not a means
You utilize to get somewhere
Somehow I didn’t notice
friendship is an end
What do you know
It happened again

How come no-one told me
All throughout history
The loneliest people
Were the ones who always spoke the truth
The ones who made a difference
By withstanding the indifference
I guess it’s up to me now
Should I take that risk or just smile?

What do you know
It happened again
What do you know

14
Out
09

reforma

É comum, quando estamos meio tristes ou desanimados, que comecemos a procurar “pontos de mudança”. A cor do cabelo, um estilo de roupa, uma pequena reforma em casa, nos estofados. Fazemos mudanças ao nosso redor para nos certificarmos de que alguma coisa está mudando.

Mas quantas vezes nós temos a coragem real de olhar lá dentro e tentar entender o que precisa ser mudado? Não gosto de falar em defeitos, mas todos temos algumas características que gostaríamos de mudar. E é justamente essa mudança, tão importante, que vamos protelando, adiando, encontrando desculpas para não fazer…

Não acredito em mudanças radicais ou instantâneas, mas acredito em pequenas mudanças cotidianas. Muitas vezes achamos que a mudança deve começar em nossa relação com os outros, que devemos ser mais gentis, cordiais, compreensivos. Sim, mas eu acho que esse é um segundo passo. Às vezes é importante cuidar-se primeiro, ser gentil e compreensivo consigo mesmo, para então poder doar-se, ajudar, apoiar.

Acho que encarar um período de “egoísmo” é importante para todos nós. Alimentarmo-nos bem, dormirmos bem, livrar a cabeça de neuroses inúteis, purificar corpo e pensamento.  Colocar um sorriso sincero no rosto e, simplesmente, prosseguir!

Uma coisa é fato: falar sempre é mais fácil! Mas tentar é fundamental…

11
Out
09

quero

Não tenho verdades absolutas e nem as quero! Quero tentar achar meus caminhos, seguir por eles com calma, dedicação e persistência. Ouvindo as experiências de outras pessoas, compartilhando e discutindo pontos de vista, errando, aprendendo, evoluindo sempre.

Quero ser uma pessoa mais tranquila com as imperfeições que temos, manter a sede de saber mais, aprender a contemplar mais (coisa que os geminianos têm enorme dificuldade!), saber ficar quieta ao lado de alguém (ai, Mercúrio), saber dosar meu valor e não achar que saber o valor é ser arrogante. Quero ver sorrisos ingênuos, quero me alegrar com o sol, com o ar puro, com um dia bonito.

Quero a calma, mas não a estagnação. Quero a paciência, mas não a resignação. Quero a vontade, mas não o desespero. Quero o amor, mas não a dependência.

Quero. Agradeço. Sigo em frente.E só.

10
Out
09

alguém

Ultimamente, parece que vivemos uma época de desencontros. Quem está sozinho muitas vezes quer ter alguém, quem está comprometido, brilha os olhos só de pensar na vida “de balada”.E aí a gente percebe o quanto as relações já começam meio erradas, afinal, para ter um relacionamento “sério” é preciso abrir mão de uma série de coisas agradáveis. Será?

Será que quando nos damos conta de que ter alguém, sim, é muito bom, mas que cada um continua sendo uma vida independente da outra, não se torna tudo mais fácil, easy going, leve? Deixar de procurar respostas automáticas também talvez nos ajude.

Acho que tem tanta gente vendo no outro a sua tábua de salvação, solução dos  problemas ou apoio na hora do desespero que qualquer resposta fora do checklist aciona os sinais de alerta.  Não há chance para conhecer melhor alguém que, pelo menos naquele momento, não está 100% dentro dos padrões.

E por falar nisso, quem, afinal,  define os padrões? Quem determina que um fulano com mestrado, doutorado, ganhando sei lá eu quanto por mês é melhor e mais feliz do que um outro com uma vida “média”? Que ignorância é essa, que incute padrões e espera que todos ajam de acordo com eles, balançando a cabecinha e abanando o rabo?

Acho que pessoas que procuram se conhecer e estão preocupadas em ser melhores não precisam de soluções, precisam de companheiros, parceiros. A dificuldade talvez seja essa. Em tempos de fast food, fast information, para que ter paciência? Soluções prontas são sempre mais fáceis. Espero que da próxima vez não me venham com check lists. Ou eu vou realmente passar a acreditar que o que une as pessoas é única, e exclusivamente, o interesse.

09
Out
09

paz

Obama ganha Prêmio Nobel da Paz, ou mais uma da série “de boas intenções o Inferno está cheio”?

Talvez seja uma tentativa de “forçar” a transformação de intenções em ações. Teremos de esperar para constatar (ou não) o merecimento.

09
Out
09

sentimental

Tempos atrás, comentei sobre essa música aqui…Segue Rachael Yamagata cantando.

09
Out
09

receita

Hoje eu me peguei pensando o que nos faz, afinal, gostar das pessoas? Tem aquelas pessoas que a gente convive, não se incomoda com a presença, mas também não sente falta. Tem aquelas que, sim, incomodam apenas pela presença, nos irritam e tiram do sério sem grandes explicações. E tem aquelas que a gente não sabe bem o porquê, mas  torce, quer que seja feliz e não enfrente grandes problemas vida afora. E não depende do tratamento que a pessoa nos dá. Tem gente que até quer ser simpática, tenta se aproximar, mas “o santo não bate” e tem aqueles que nem são tão simpáticos ou próximos, mas nos fazem bem.

E depois de pensar, pensar e relembrar de muitas pessoas que fizeram e fazem parte da minha vida, parece que há algo em comum: a gente gosta de pessoas de coração aberto. Gosta daquelas pessoas que realmente preocupam-se com o bem-estar dos outros, em tentar fazer os  dias mais leves. Não de gente que se obriga a ser simpático para ganhar pontos ou parecer sociável. Não de gente que mede as pessoas pelos cargos que elas ocupam ou pela influência que elas têm. Não de gente que mede sucesso pelo dinheiro ou posição social. Não daqueles que serão ou não amigos dependendo do que você tem, materialmente, a oferecer. E eu já conheci bastante gente assim…

Acredito que existam muitos outros “ingredientes secretos” nessa receita toda, mas, por enquanto, eu fico com a simplicidade e a sinceridade. Desarmemo-nos, pois.

09
Out
09

bagatela

Aonde isso vai chegar?

“Crise? Que crise? As três bolsas Birkin 35 croco (de couro de crocodilo), de R$ 120 mil – é isso mesmo, R$ 120 mil! -, que a Hermès colocou à venda em sua nova loja no Brasil, há duas semanas, já foram vendidas. Outras Birkin, coloridas e mais simplezinhas, de R$ 27 mil, também esgotaram – mas já estão sendo repostas.”

Publicado na coluna da Monia Bergamo, na Folha de S. Paulo, dia 05 de outubro

08
Out
09

gerente

Devemos gerenciar nossos próprios pensamentos, de maneira que eles nos levem a visões conscientes, mas também otimistas e promissoras do futuro. Cada passo dado sempre nos leva um passo adiante, mesmo que, à primeira vista, pareça que não. Vamos lá, redefinir rotas, respirar fundo e deixar acontecer…

06
Out
09

idade?

Ouvi agora há pouco no rádio que uma pesquisa feita entre os jovens mostrou que um terço deles prefere falar com seus amigos e parentes virtualmente do que pessoalmente. Ao que tudo indica, em qualquer situação. Não em caso de emergência ou mesmo, obviamente, da distância, que é encurtada com e-mails, skypes e afins.

Sou fã da tecnologia, acredito que ela pode ser facilitadora de uma série de coisas, mas daí a abrir mão do contato, de um abraço, de uma boa gargalhada na mesa do bar,daquele olhar que às vezes acolhe ou acalma pelo simples fato de estar por perto?

Espero ter entendido tudo errado, de verdade. E, se assim for, compartilharei, ainda que virtualmente, meu alívio.

06
Out
09

troco

Acredito cada dia mais que o mundo nos devolve, basicamente, aquilo que damos. Ou você já recebeu troco em dólar para pagamento em real?

05
Out
09

lento

Em tempos de velocidade, fugacidade e superficialidade….vamos caminar a paso lento, muy lento…

04
Out
09

com licença…

Texto copiado, com a devida autorização (!), do interessante blog Conspirações. Prestem muita  atenção e … vamos tentar ser mais “elegantes” nesse mundo egocêntrico?

“As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar uma certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
É ser amigo sem conivência negativa.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.
É superar dificuldades com fé e coragem.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.

Pense nisso!

Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude  tenha sobriedade.
A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser…”

03
Out
09

adaptações

Se você quer conhecer alguém, dê pouco poder a ela. Com plenos poderes, a pessoa tem chance de realmente fazer algo. Com pouco, geralmente, se afoga na própria arrogância antes de realizar.

03
Out
09

fashion words

É engraçado como as expressões, por mais antigas que sejam, de tempos em tempos entram “na moda”. Depois dos péssimos “a nível de” e, mais recentemente, “não tem discernimento”, agora é a vez do “para além de”…É só prestar atenção…

05
Set
09

coerência

Por favor, não esperem coerência de mim. Só  são sempre coerentes: os burros e os falsos.

05
Set
09

sorriso

Então um dia a menina percebeu que, sim, tinha de admitir que pensava mais nele do que deveria ou poderia ou se permitiria. Mas ela também percebeu que ainda assim e , mesmo depois de tanto tempo, não sabia se o que sentia era saudade ou só um vazio no peito que às vezes chega a dar nó de tanto doer. Se era só uma dorzinha que de tão doída às vezes ficaria melhor bem escondidinha debaixo de um sorriso que, apesar de não ser falso, também não era cem por cento verdadeiro…

26
Ago
09

certeza…

Como é bom ter certeza de que, felizmente, um novo caminho está realmente chegando…

23
Ago
09

diálogo sincero

- Tia, eu vou te trancar aí até amanhã de amanhã de amanhã.

- Mas eu não vou poder sair nem para ir trabalhar?  Meu chefe vai ficar bravo.

- Com quem? Comigo, tia?

- Não, comigo.

- Ah, então fica aí mesmo.

(voz ao longe)

Traaanqueeeeei a tiiiiiiia Téééé !!!!!!




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